Insônia

Insônia no Brasil

Insônia – você sabia que, de acordo com a Associação Brasileira do Sono, 75% dos brasileiros apresentam queixas relativas ao sono?

Dentre os problemas identificados, a INSÔNIA é o distúrbio do sono mais comum. Sua característica principal é a insatisfação com a quantidade ou qualidade do sono, além de dificuldades para iniciá-lo ou mantê-lo.

As queixas acompanham sofrimento significativo ou prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida da pessoa.

Tipos de insônia

É importante saber que as manifestações de insônia podem ocorrer em horários distintos do período de sono:

😴 Insônia na fase inicial do sono (insônia inicial) envolve a dificuldade em conciliar o sono na hora de dormir.
😴 Insônia de manutenção do sono (insônia intermediária) caracteriza-se por despertares frequentes ou prolongados durante a noite.
😴 Insônia terminal envolve o despertar antes do horário habitual e a incapacidade para retornar ao sono.

A dificuldade em manter o sono parece ser o sintoma mais comum da insônia, seguida pela dificuldade em conciliar o sono. Mas é bastante comum esses dois sintomas ocorrerem de forma simultânea.

 

Uso indiscriminado de ansiolíticos, sedativos ou hipnóticos

Infelizmente, muitas pessoas acabam tomando decisões erradas para lidar com o problema, recorrendo a medicações altamente capazes de causar dependência e tolerância. Por vezes se automedicando ou “copiando” prescrições de um familiar ou vizinho.

Com isso, tornam-se reféns dos populares “tarja preta”, extremamente banalizados e comercializados no Brasil e no Mundo.

Antes de considerar se automedicar, é fundamental ser avaliado pelo médico psiquiatra ou especialistas em medicina do sono. Assim, um profissional devidamente capacitado poderá te ajudar e constatar se é pertinente ou não uma abordagem farmacológica!

E, caso medicamentosa, que seja de forma responsável e com o mínimo de medicação possível.
Muitas medidas comportamentais ligadas a higiene do sono, quando empregadas corretamente, já se mostram suficientes para otimizar a qualidade do sono e acabam dispensando ou minimizando a necessidade de medicamentos!

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Dr. Helio Fádel
Psiquiatra